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A Pousada

A empresa A & M Eventos e Serviços atua no mercado de hospedaria, com o Recanto do Tomé Pousada. Sua localização fica em São Tomé de Paripe, há 5 minutos do Moinho M. Dias Branco próximo a Base Naval de Aratu e onde fica situada a nossa sede. Nosso serviço vai da gestão e organização de dormitórios, desde a higienização diária das unidades, lavanderia e passadoria, de acordo a necessidade de cada cliente.


São Tomé de Paripe
Último bairro praiano pertencente à Salvador dentro da Baía de Todos os Santos, com praias de impressionante beleza, São Tomé de Paripe guarda ainda um clima interiorano à beira mar. A sua igreja foi construída pelos Jesuítas no século XVI. Foi durante o governo Tomé de Souza e Duarte da Costa que avistaram-se os primeiros exploradores da região de Paripe: os índios. A Praia de São Tomé de Paripe é famosa por sua beleza natural e por sua proximidade com a Ilha de Maré; nela está instalada a Base Naval de Aratu, bem próximo ao limite com o município de Simões Filho.

Em sua praia de águas calmas, ideais para crianças, navios ancorados da Usiba de um lado e, de outro, pela Base Naval, a praia de São Tomé de Paripe ainda mantém viva a oportunidade de vislumbrar uma paisagem de águas limpas, onde canoas caiçaras balançando ao ritmo da água calma do mar completam, junto com a variedade de búzios espalhados pela areia, o cenário ainda bastante aproveitado e reconhecido pela população do subúrbio ferroviário e de outras regiões, que vêm para namorar, tomar sol e jogar o tradicional baba de fim de semana e renovar as energias após um dia de trabalho. É esse o cenário escolhido pelos presidentes da Republica quando em férias na Bahia.

É nesse ambiente, cercado pelo verde da natureza, ao som do canto dos pássaros, há 200 metros da praia de São Tomé, que está localizada nossa pousada. Aqui você irá encontrar a tranquilidade para relaxar repousando em uma bela rede na varanda. Poderá ainda desfrutar da nossa aconchegante piscina ou ainda se divertir com seus amigos em nossa quadra em grama sintética e em nosso salão de jogos.

Passeios

São Tomé de Paripe é o principal ponto de partida para as mais belas ilhas da baia de todos os santos (ilha de maré, ilha dos frades...).

Ilha de Maré

Em visita a São Tomé de Paripe, é indispensável o mergulho nas águas límpidas da Ilha de Maré. Uma antiga aldeia de pescadores, famosa pelo peguarí, um molusco encontrado na ilha em abundância e conhecido por seus poderes afrodisíacos. A moqueca de peguarí é a especialidade do local.

Mesmo estando perto de Salvador, Ilha de Maré conserva um jeito de cidadezinha do interior. No local, não se vê carros pelas ruas e o jegue é o principal meio de transporte dos moradores e uma opção de lazer para os visitantes. O passeio custa R$ 10 e é guiado por Quito do Jegue, o inventor do serviço que virou sensação na ilha.

Igreja de SÃO TOMÉ DE PARIPE

Situa-se no cume de uma colina com fachada voltada para a Baía de Todos os Santos. Em sua vizinhança existem pequenas casas populares de pequeno porte. Edifício de notável mérito arquitetônico. Possui sacristia e sineira em arco, do lado do Evangelho. Como em muitas capelas rurais do século XVII e XVIII, a escada de acesso à sineira e coro é externa e apoia-se sob abóbada de tijolo. Existem resto de antigas alvenarias do lado da Epístola. Sua fachada atual não deve ser a original. A sineira termina em frontão semi-circular, enquanto que o frontão do corpo central é rococó.

A planta desta igreja, em cruz latina, formada pela nave e duas capelas opostas, situa-se na linha da tradição jesuítica luso-brasileira, que tem sua origem nas igrejas de S. Roque de Lisboa e Espírito Santo de Évora, embora a baiana tenha eliminado as capelas laterais inter-comunicantes. Ela apresenta grande semelhança com a igreja de Socorro em Sergipe também jesuítica. Um elo desta evolução é a igreja de N. S. da Graça do Colégio de Olinda, do século XVI, de autoria do irmão Francisco Dias.

QUILOMBO DO TORORÓ

Há mais de 400 anos, o Quilombo do Tororó, em São Tomé, era formado por escravos pescadores , que após a abolição da escravatura, passaram a pescar e vender o peixe para os senhores e continuaram habitando o local.

Hoje, os descendentes destes quilombolas sobrevivem basicamente da pesca e artesanato, têm no local uma herança cultural muito forte, preservando também as manifestações populares (bumba-meu-boi, capoeira...) e as festas de seus antepassados. Todos vivem organizados em cooperativa e praticamente todos são parentes naquela região.

Informações extraídas do site da fundação Gregório de Matos – “Salvador Cultura todo dia”.